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A vida de Sundays

A vida de Sundays

Agosto pouco a gosto

Substituam o D+ por "tenho uma cabra de uma tese para terminar e tanta vontade para a fazer como de ir daqui a Fátima de joelhos" e, bom, o meu Agosto tem sido mais ou menos isto. Muito pouco a gosto. 

E se tentássemos uma relação mais a sério, verão? Um bocadinho de compromisso não te ficava nada mal. Vamos tentar que isto dure por mais de dois dias de cada vez?

5 dicas para umas férias low-cost descansadas

Ir de férias e ter pouco dinheiro, não ter dinheiro e querer ir de férias... Esse grande drama que assolapa tanta gente. Hoje em dia já há soluções mais do que conhecidas que permitem fazer férias por menos a quem não quer despender demasiado mas, ainda assim, não dispensa uma semaninha de descanso. Falo, obviamente, de empresas como Groupon, Goodlife, descontos.pt, etc, etc, que oferecem soluções muitas vezes a metade do preço de venda original. Este foi o segundo ano que utilizei um voucher comprado num destes sites e estive uma semana de férias no Algarve. Mas nem tudo é um mar de rosas, as condições têm sempre um serviço que não está incluído, uma taxa que é paga à parte, uma refeição que parecia incluída mas afinal não estava, o apartamento que dava para quatro pessoas mas que, afinal, duas delas ficam a dormir no sofá... A mim, pessoalmente, nunca me aconteceu nenhum destes desaires, mas também não me parece que se trate só de sorte, eu é que gosto de estudar bem a questão antes de avançar. Eis cinco dicas que podem ajudar a ter umas férias low-cost tranquilas:

 

1. Ler as letras de rodapé: aquelas que, mesmo não tendo falta de vista, só com óculos. Esta talvez seja a regra mais básica, mas também é a mais importante e meio caminho andado para sabermos as condições todas do serviço que estamos a comprar.

 

2. Pesquisar, pesquisar...: nunca se limitem à informação que é dada na oferta, nem tão pouco à que está no site do hotel. Como em tudo, somos seres que confiamos mais nos nossos próprios olhos e na opinião de terceiros do que propriamente naquilo que nos é impingido. Por isso mesmo, ir ao Tripadvisor e ler as opiniões de viajantes que já passaram pelo mesmo sítio é paragem obrigatória. Outro passo importante é procurarem o hotel no Google Maps, não só para não se perderem quando chegarem ao destino mas também para confirmar que fica realmente pertinho da praia ou no centro da cidade. 

 

3. Perguntar, perguntar!: não se acanhem. Se têm dúvidas quanto à localização, às condições da oferta, o que seja, perguntem. Enviem um mail directamente para o hotel ou telefonem. Mas perguntem mesmo tudo o que vos atormenta. No meu caso, este ano li a opinião de algumas pessoas no Tripadvisor que diziam que o hotel tinha dois edifícios, um dos quais muito velho, e que eles colocavam lá as pessoas quando não tinham espaço no mais recente. Obviamente que fui colocar a questão ao hotel (por muito ridícula que pudesse parecer), disseram-me que não, que o edifício antigo já não estava em funcionamento. Bom, pelo menos fiquei descansada.

 

4. Negociar: a oferta é para dois adultos e duas crianças, mas queriam mesmo era ir num grupo de quatro amigos? Bom, nada como tentar. Quem sabe se prescindirem de uma noite vos dão a possibilidade de estender a oferta para quatro adultos. É só um exemplo, mas podem tentar previamente negociar com o hotel e ajustar as condições às vossas necessidades...

 

5. Guardar comprovativos de tudo o que for dito: se seguiram todos os passos anteriores e esperam chegar ao destino e ter uma recepção de acordo com aquilo que estão a contar, guardem os mails, as condições da oferta, tudo. Caso contrário, correm o risco de ser a vossa palavra contra a do senhor da recepção e nós queremos é umas férias descansadas sem grandes confusões, certo?

 

 

Os banhos públicos

Isto não é mesmo nada estúpido, nãaaao. Perante a calmaria deste verão (tirando bancos maus, conflitos armados e aviões que caem por terra a uma velocidade assustadora), alguém pensou "epa, este verão está mesmo calminho, ainda não aconteceu assim nada ridículo digno de entrar para top3 das coisas ridículas do verão". Então, a mesma pessoa lembrou-se "já sei, vou tomar banho no meio da rua, gravo e partilho o vídeo nas redes sociais, assim como assim já ao tempo que não faço nada parvo". Pelo caminho, desafiou os três amigos mais sem miolos a fazer o mesmo e... pronto, disseminou-se entre os desmiolados deste país a moda do banho público.

 

O mais inacreditável (ou será só mesmo estúpido?) é a justificação: fazem-no para não terem de pagar um jantar ao amigo que o desafiou. Então vamos lá a ver, os jovens e não jovens deste país - que já vi muito boa gente com idade para ter juízo a fazê-lo - preferem humilhar-se publicamente a pagar um jantar que nem sequer tem local definido e até pode ser no McDonald's do Rossio? 

 

Estas modas só me dão vontade de rir. É que às tantas é ver miudinhas de 15 anos a partilhar os seus vídeos onde timidamente colocam a perna debaixo de uma fonte ou deitam um balde de água pela cabeça abaixo enquanto envergam um ar satisfeitíssimo (naaaada forçado) e pronunciam "este é o meu banho público, eheheh". É ter piedade, senhor.

 

 

O melhor loiro é o natural

Aqui há tempos falei do Casting SunKiss Jelly, com a promessa de que daria feedback quando o usasse. Pois bem, já passaram dois meses e eu já esvaziei uma embalagem do creme aclarador da L'oréal. E ontem estive com uma amiga que já não via há alguns meses e que me perguntou se tinha pintado o cabelo, porque parecia mais loiro. Bingo! Lá lhe expliquei que não, que o efeito era mais natural do que isso, que como prezo a minha cor natural e não gosto muito de colorações, que tenho usado o tal gel e que, pelos vistos, os resultados são visíveis. Na verdade, não foi a única que reparou na diferença, já pelo menos duas pessoas me tinham dito o mesmo. 

 

O que mais gosto no SunKiss é que o efeito é mesmo natural. Ok, as pessoas notam que algo está diferente, mas é uma diferença natural. O que está em evidência são os meus loiros de origem, porque o gel não faz milagres, limita-se a aclarar os fios de cabelo que já tiverem tendência loira. E, por isso, o meu cabelo não está um loiro homogéneo. À frente, as madeixas claras são mais acentuadas (já que sempre assim foi) e atrás são mais as pontas que se destacam. Por outro lado, parece-me que chega a um ponto que não vale a pena usar mais, o loiro não fica mais loiro e, lá está, aquilo que não for naturalmente clarinho não vai aclarar por obra e graça do espírito santo.

 

Não tirei fotos do antes e depois, mas acho que estas duas imagens (uma tirada há uns meses, a outra há uma semana) dão para ter uma ideia:

 

O meu querido mês de Julho

Julho prometeu e cumpriu. Mais do que eu estava à espera, até. E nem sempre pelos melhores motivos. Quando nos habituamos ao "está tudo bem" e ao "vai-se indo", esquecemo-nos do quanto a vida é valiosa para ser vivida sem a sentirmos no seu esplendor. Viver em piloto automático é o maior inimigo da felicidade e às vezes só as curvas apertadas servem para percebermos que não podemos largar o motor e deixá-lo à deriva.

 

O mês que passou teve tanto de bom como de mau, e é difícil dividir sentimentos quando temos motivos para sorrir e para chorar. Talvez por isso e porque os acontecimentos se atropelaram num vaivém que não deu descanso, tenho parado pouco por aqui. Porque nunca senti tanto e porque nunca fui boa a digerir e a colocar em palavras o que vai cá dentro quando o que vai cá dentro é tão forte. Os meus avós celebraram este mês as suas bodas de ouro. O meu outro avô teve, também este mês, uma complicação de saúde que nos deixou com os nervos em franja. A celebração dos meus avós foi uma surpresa, com a família reunida numa festa íntima, sem grande pompa, sem ida à igreja, com uma cerimónia organizada por e para nós. Uma celebração cuja preparação durou meses. Não queriamos esquecer os convites, a ementa, o outfit, as alianças, a decoração, o vídeo com os melhores momentos de vida, as lembranças e o bolo de noiva. Tudo, tudinho, pensado e feito por filhos e netos. Um processo que teve tanto de cansativo como de gratificante. E com as borboletas na barriga a crescer a olhos vistos com o aproximar da data. O segredo e a ansiedade de fazer uma surpresa daquele tamanho aos meus avós, que merecem o mundo, conseguiram unir a família em torno de uma causa de uma forma sem precedentes.

 

A poucos dias da festa, o meu outro avô adoeceu. Não vale a pena entrar em pormenores até porque, aos poucos, as coisas vão-se compondo e, lentamente, vai melhorando. Mas ter uma notícia deste nível quando só temos motivos para sorrir é completamente devastador. "Não podia simplesmente continuar a correr tudo perfeitamente bem? As coisas tinham de ficar equilibradas da pior forma? Tinha mesmo de haver o oito do oitenta?". É desconcertante perceber da forma mais brusca que não temos o controlo sobre a nossa vida. Eu nunca fui dada a mimos e carinhos. Sempre corri o risco de ser mal compreendida, mas nunca fui o ideal de neta ou qualquer grau de parentesco que tenha. Não sou atenciosa e peco por ser mais ausente do que devia, não faço visitas frequentes, não vou "lanchar lá a casa" como tantas vezes me pedem, não dou abraços só porque sim e dificilmente me ouvem um "gosto de ti". Não tenho justificação para isto, em minha defesa só posso dizer que sou uma pessoa reservada e com muita dificuldade em mostrar sentimentos, mas nem isso justifica este "desligamento".

 

Ultimamente tenho mudado um bocadinho. Não tenho feito por isso, não, tem sido um processo natural do qual me tenho apercebido como espectadora atenta de mim mesma. Tenho percebido que talvez tenha sido egoísta ao pensar que tenho a vida mais banal do mundo. Não tenho. Tenho a sorte de ter, aos 24 anos de idade, os meus quatro avós comigo. Tenho uma família exemplar que não falha e sem a qual eu dificilmente seria o que sou. Tenho dois avós que acabaram de celebrar cinquenta anos de casamento. Caramba, será que algum dia vou conseguir amar alguém durante tanto tempo, de uma forma tão autêntica? Juro a pés juntos que nunca vi os meus avós a discutir, são as pessoas mais pacíficas e ternurentas que conheço. E naquele sábado solarengo, rodeada de família, depois de ver os meus avós trocarem alianças com o mesmo olhar apaixonado que sempre lhes conheci, caiu-me tudo. Não sei precisar o que senti, mas ali por meia dúzia de segundos, uma avalanche de sentimentos apoderou-se de mim. Chorei. Não sei se foi felicidade, se saudade de momentos como estes que sei que não se repetem e dos quais tenho tido a sorte de fazer parte. Se as epifanias existem, foi a minha vez de experimentar a sensação. Tudo fez sentido. O amor, a presença e o calor dos mais importantes, o valor da família. E a consciência de que haja o que houver e dê isto as voltas que der, não há nada mais importante do que isso.

 

A razão por que as minhas férias de cinco dias passaram a quatro

Fui cinco dias para o Algarve mas na realidade só gozei quatro. Porquê? Ora bem, essa é uma história que remonta ali aos anos 90, altura pela qual nasci e, comigo, veio uma bela apetência para ser mordida por insectos dando origem a vistosas borbulhas, inchadas e inflamadas de gosma. Dito por outras palavras e sem grandes rodeios: as putas das melgas adoram-me! Devo ser docinha por dentro (assim como sabemos que sou por fora, upa upa), não sei, mas tenho uma tendência enorme para ser picada por bichos - que nem sei ao certo se são melgas ou que raio são - e o efeito que as picadas têm no meu corpo não é o mais normal. Pois bem, no segundo dia no Algarve decidimos ir a pé de Quarteira a Vilamoura, passamos o dia a passear e a apanhar sol e, chegados ao hotel, reparei que tinha uma pequena picada na bochecha, pouco abaixo do olho direito. Tudo bem. Tranquilo. "É só uma picada e até pode ser que o efeito não seja assim tão catastrófico". Se nesse dia mal se notava, no dia seguinte já tinha o caroço típico da picada de insecto. Tranquilo. No dia a seguir a esse, comecei a sentir um pequeno papo debaixo do olho e já se notava um pequeno inchaço. Mas nada de especial. Tranquilo. Essa noite não foi propriamente maravilhosa e quando acordei de manhã sucede que não conseguia abrir o olho, tal era o tamanho da bola que se formava ali por baixo. Por muito ridículo que pareça, não sei se fiquei mais em pânico por não saber exactamente o que se passava com a minha cara ou por não querer que o meu rapaz me visse naquela figura. Ainda na cama, de cara tapada e meia a soluçar (apesar de jurar por todos os santinhos que não chorei, estava em pânico) tentei prepará-lo: "isto está horrível, não vais querer ver", ao que ele me respondeu "não sejas parva, destapa a cara", obviamente a achar que eu estava a gozar ou a exagerar. Quando finalmente lhe mostrei, a reacção não podia ser mais apaziguadora: "aah, isso está mesmo inchado", completamente boquiaberto. Não estava SÓ inchado, eu tinha a cara deformada, um olho tinha desaparecido e não conseguia sequer pronunciar uma frase em condições porque aquilo prendia os movimentos. E o mais ridículo de tudo é que não me doía nem dava comichão, era só um aborto prostado na cara que parecia pesar mil quilos e que fazia uma impressão do caraças. Obviamente que o meu destino foram duas horas de espera no centro de saúde, um diagnóstico de reacção alérgica a picada de insecto, uma injecção de cortisona, outra de outra coisa qualquer e o resto do dia completamente drogada pela dose de cavalo que levei. Não era bem aquilo que tinha planeado para o último dia de férias, maaas... Tranquilo.

Fui e voltei

Na última semana estive ausente, mas por um bom motivo. Dei um saltinho até ao Algarve com o namorado para passar aqueles que possivelmente foram os últimos dias de descanso deste verão (a ver vamos). Não tem sido um ano fácil, a tese não me dá descanso e mesmo quando decido parar é difícil desligar do tema. Por isso mesmo, na última segunda-feira rumámos até Quarteira. Tinhamos escolhido o hotel há cerca de um mês, num daqueles portais de descontos, graças ao qual conseguimos fazer a reserva por um preço amigável (digamos, bastante amigável). Foram quatro dias de puro descanso, e só não foram cinco porque um percalço fez com que ficasse o último dia de papo para o ar, em casa, tipo vegetal. Devo ter de ir à bruxa ou, em alternativa, tenho de começar a fazer uma mezinha caseira antes de ir de férias, que isto ultimamente é cada tiro, cada melro: "ai vais de férias, descansar e estender o lombo ao sol? Toma lá, maleita para ti!", é qualquer coisa deste género. Mas, por agora, concentremo-nos nas coisas boas. 

 

Pelos lados da marina de Vilamoura é disto que se encontra. Apesar de ser "apenas" o transporte de um "qualquer" turista, assemelhava-se mais a um artigo de museu, tal era a quantidade de pessoas que se aproximava para tirar fotografias ou simplesmente para olhar mais de perto.  É isto que é a outra vida, não é?

 

Ainda deu para um dia no Aquashow. Apesar de ser fã de uns bons rebolanços aquáticos, chateia-me que o espaço esteja cada vez mais comercializado, principalmente quando isso envolve a vida de seres vivos. Em todas as esquinas havia promotores com araras, águias e cobras ao ombro, que insistentemente perseguiam as pessoas para tirar fotografias com os animais. Fui abordada mais de cinco vezes. Quando me perguntaram "queres experimentar?" pensei que estivessem a oferecer aperitivos, mas não, estavam mesmo a sugerir que metesse uma águia ao ombro, como se por magia, ao final do dia me desse uma vontade súbita de dar 10€ pela fotografia com o animal. Podia referir imensa coisa sobre o parque, mas só me apetece mesmo dizer isto.

 

Uma das muitas contribuições para me tornar um pequeno pote. E como era bom! Sim, aquele chocolate por cima do waffle mais próximo (que por acaso era o meu) é mesmo Nutella. Dos deuses!

 

O hotel QuarteiraSol foi uma surpresa. Não estávamos à espera de grandes luxos, visto que, como já disse, o preço ficou bastante em conta, e a verdade é que quando as expectativas estão baixas as surpresas sabem sempre melhor. O hotel é moderno, tem um espaço comum enorme e com imensos sofás onde é possível ver televisão ou navegar na internet, o nosso quarto era pequenino mas super moderno e limpo diariamente (ficámos no último andar, que para além de ser bastante sossegado, tinha uma vista liiiinda para o mar e um terraço gigante). Acho que o único contra é mesmo o facto de não disponibilizarem wifi nos quartos.

 

A vista do quarto do hotel.

Só mesmo para avisar...

...que depois de uma temporada de quase dez dias de inactividade por motivo de descanso do pessoal (que envolveu praia, piscina, caipirinhas, 35º graus de temperatura ambiente, bronze, leituras, descanso, e praia já disse?), este espaço volta a estar activo. Mas calma, daqui a uma semana tudo voltará ao normal, com mais uma semana de inactividade para novo período de descanso, desta feita no Algarve. E pronto, é isto.

 

Com amor,

 

Sundays, a meter nojo desde 1990.

Cabelos loiros, verão feliz

Quando eu era pequena o meu cabelo era loirinho, loirinho! Depois escureceu devido ao meu crescimento natural, levou cortes e escureceu ainda mais, enfim, hoje continua com reflexos dourados mas já não se compara com o loiro platinado que era, é só um castanho aloirado, muito aspirante a loiro. Apesar disso, todos os verões a cor aclara um bocadinho e se há coisa que me deixa bem-disposta, é ver que ele começa a responder positivamente aos sol e ao calor e a ficar com mais vida, mais claro e luminoso. E todos os inícios de verão é ver-me a comprar condicionadores e máscaras com extracto de camomila, só para ver se o efeito é mais efectivo e duradouro... A verdade é que resulta, os cabelos com reflexos loiros naturais facilmente acentuam a luminosidade com a ajuda dos produtos certos. E hoje descobri o produto que me parece que vai ter direito a lugar cativo no meu necessaire este verão, o Casting Sunkiss Jelly da L'Oréal. É um gel aclarador que promete um aclaramento progressivo do cabelo e um aspecto brilhante e luminoso.

 

A aplicação nem sequer requer que se enxague o cabelo, basta aplicar quando estiver molhado e deixar secar ao natural ou com um secador, caso se queira intensificar o efeito. Acredito que muito em breve vamos ser bons amigos! Prometo voltar a falar do Sunkiss Jelly, daqui a umas semaninhas de sol e (espero) cabelo luminoso!

Sol, amor, podes voltar?

O tempo tem estado uma valente porcaria. E isto influencia o estado de espírito de uma pessoa, pois com certeza. Querem ver? Pois, se está de chuva o plano de ida para a faculdade estudar vai por água abaixo (era só mesmo a justificação que me faltava!), dar um jeito à casa fica para mais tarde (é preferível ficar no sofá, debaixo de uma mantinha) e toda eu entro em estado vegetativo mais poderoso do que o do Cardozo esta época. Pois bem, senhores manda-chuva aí de cima, isto já chateia! E porquê, porquê?! Não, claro que não é porque uma pessoa fica sem vontade de sair de casa para trabalhar etc e tal, com isso podemos bem. Mas quem é que suporta ver e ter coisinhas bonitas no armário e na montra de uma loja, mortinhas para sair da gaveta e não poder usar? É que eu já estou um bocadinho cansada de andar de calças, jeggings e collants! Apetece-me mesmo é vestir um bíquini, meter um vestido por cima e rumar até à praia. A minha última ambição-barra-desgosto (por ainda não poder usar, está claro) são os tríquinis e os fatos-de-banho. Acho a moda mais sexy e prática dos últimos tempos, alongam a silhueta e disfarçam gordurinhas. Com grande potencial de se tornar um fiel amigo, portanto. Só me deixam reticentes porque não me apetece propriamente ficar com uma mancha branca e por bronzear no corpo, mas como alternativa pontual ao biquini, é perfeito.

 

 

 

 

1. Calzedonia
4. Springfield

 

Estes dois últimos são os meus preferidos, pode ser que ainda sejamos amigos.