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A vida de Sundays

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Guardiões da Galáxia: acção e conteúdo finalmente juntos

Que é feito dos filmes de acção vazios de conteúdo, com super-heróis que salvam o mundo com um estalar de dedos e são ocos que nem um côco por dentro? Eu sei que sou a pessoa mais crítica em relação a filmes do universo da Marvel, DC Comics e outros que os valham, mas este fim-de-semana fui ao cinema ver o Guardiões da Galáxia e sai extasiada com a qualidade de um filme que podia ser só mais um sem fim de clichês e frases feitas, daqueles em que se vê os primeiros cinco minutos e já topaste a história toda. Mas não, não não, nada disso. O Guardiões da Galáxia é muito mais do que super-heróis a salvar o mundo - ou, neste caso, a galáxia. Conseguimos, desde o primeiro minuto, criar empatia com as personagens, que são aqui muito mais do que armas mortíferas. Todos os protagonistas têm uma história de vida, fantasmas que os atormentam e uma causa pela qual lutam. Além disso, a dinâmica que estabelecem entre si é deliciosa, do início ao fim. Destaque para o guaxinim falador e a árvore mutante cujo vocabulário se resume a "I am Groot" (dá para acreditar que saí da sala com vontade de ter um pequeno Groot em casa?). A acção do filme também se desenrola de uma forma estranhamente descontraída e agradável, é puro entretenimento, minha gente! E a banda sonora? Um estilo muito soul que vai buscar hits dos anos 70 sem os quais não seria a mesma coisa.

 

Ide ao cinema, comai pipocas e disfrutai, meus fofinhos!

 

Se és gajo podes parar de ler por aqui. Meninas, atentem...
Pequena nota feminina: e o que o Chris Pratt mudou para fazer este filme, hein? Ao que parece, levantou o rabinho do sofá e trocou a vida sedentária por seis meses a dar no duro no ginásio. Nós por cá não levantamos objecções a esta mudança, pois não?

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